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by Natália Sousa
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O que eu queria te dizer é: eu não sei qual processo de mudança você está tentando fazer aí. O que eu sei é que em algum momento você vai sentir vontade de voltar para velha vida, porque a nova ainda não tem forma. A sensação é de estar andando num terreno que, daqui um tempo vai ser uma casa, mas ainda não é. Por ora, é só um amontoado de tijolos.E o que eu queria te dizer, é o mesmo que eu digo para mim: controle a sua vontade de que os seus processos sejam instantâneos. A vida não acompanha nossa tendência megalomaníaca de resolver tudo. Na vida real, a vida acontece no miudinho mesmo. Às vezes, você vai querer ver a casa pronta logo para acreditar na mudança, mas acredite: é de tijolo em tijolo, que a gente constrói a nova vida. É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?PUBLICIDADE: PETLOVECUPOM: PARADARNOMEASCOISAS75Link: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisa*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Só que como ser adulto é reconhecer nossas infantilidades e ir além delas, mais tarde eu olhei nos olhos dessa minha parte e disse o que eu falaria para uma criança: “só tem um jeito de ficar fácil e é se você tentar.” No dia seguinte, eu estava lá de novo, ainda ruim, mas um pouco mais humilde, e confessando pro professor: talvez você precise me explicar muitas vezes, porque eu nunca fiz luta e porque…bem…é… algo novo.E cada vez que o meu ego tentava me apavorar e me fazer sair correndo, como quem aperta um alarme de incêndio, eu me repetia: “é assim mesmo. E você não precisa ser a protagonista que manda bem em tudo aqui.”É justamente por isso que é difícil ter hobbie e experimentar novas coisas na vida adulta, porque as letras pequenas dessa experiência vão dizer: você vai ser ruim. Às vezes muito ruim. E se a gente deixar nosso instinto escolher, a gente vai viver uma vida de manutenção das coisas já testadas, porque quanto mais a gente vai envelhecendo, menos tolerante a gente fica para viver coisas que desafiam o nosso ego.É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Por que diante de uma mesma situação, duas pessoas podem agir de formas tão diferentes? O que faz com que a gente se comporte de um jeito e não de outro? As respostas para essas perguntas invadiram a minha cabeça numa tarde de domingo, quando Amanda e eu decidimos fazer um omelete.Ela começou a picar o queijo e já colocar dentro da vasilha em que a gente faria o omelete e eu quebrei a casca do primeiro ovo e fui direto colocar dentro da mesma vasilha também. Foi quando ela deu um grito assustado, dizendo: NÃO! E a minha primeira resposta, também assustada, foi: o que aconteceu? E ela disse: o ovo, o ovo pode estar estragado, tem que quebrar em outra vasilha antes de misturar tudo. E eu respondi: ai, nem lembrei, eu nunca lembro, acho que é porque, por incrível que pareça, eu nunca peguei um ovo estragado.Naquele dia, nem eu nem a Amanda sabíamos: mas aquela cena era uma ilustração real e ótima sobre o que uma psicóloga chamada Emma Reed Turrel chama de teoria dos pontos cegos. E é por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, cê vem?edição: @valdersouza1 identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasLivro que eu cito no episódio: O que eu não estou vendo?https://amzn.to/3OI6pT2
A gente conversava sobre uma notícia que eu tinha lido. Era de uma professora que ao tomar uma decisão irreversível, dizia: “tive uma vida deliciosa”. Tinha muitas coisas naquela história que geravam comentários, mas eu fiquei atravessada por aquela frase.Quão grandiosa pode ser uma vida em que o julgamento final é esse: “tive uma vida deliciosa?”. Por isso, a Amanda me fez aquela pergunta: “mas o que você acha que é preciso para alcançar isso?” A gente não sabia, mas a cena que veríamos minutos depois, ia responder isso. É por aí que vai o episódio dessa semana, cê vem?identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsPUBLICIDADE: INSIDERCUPOM a ser divulgado: NOMEASCOISASLINK a ser divulgado:https://creators.insiderstore.com.br/NOMEASCOISASMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Eu ia precisar de alguns anos a mais para entender que muitas vezes a gente se apaixona por coisas e pessoas pela forma com que elas nos fazem sentir. E que isso não se perde, nem se rouba, nem quando a coisa ou pessoa vai embora, por que o que a gente sente é nosso. Mas naquele momento, eu achava que se eu levasse aquele pedacinho daquele lugar, eu ia ter ele comigo.O que eu não sabia é que, minutos depois, algo ia acontecer, fazendo com que uma voz dentro de mim dissesse: "você vai precisar decidir entre seguir ou carregar isso. As duas coisas não dá, Natália.” E sem saber naquela época, essa foi a primeira lição sobre apego que eu tive. Te conto tudo nesse episódio.identidade visual: @amandafogaca | texto: @natyopsCupom: PARADARNOMEASCOISAS50Publicidade: PetLoveLink: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=paradarnomeascoisa*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.*MEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Há duas coisas fundamentais que eu aprendi com a vida. A primeira delas é que, às vezes, não há nada que possa ser feito. Tem coisas que são incontornáveis, irremediáveis. E nenhuma barganha dá conta de mudar isso. E cabe a gente aceitar.Mas há uma outra coisa que eu aprendi sobre a vida. É que, às vezes, há um jeito. Há uma outra forma. É quando a vida deixa de ser um labirinto com saídas marcadas e sem espaço para novos caminhos, e vira mar. A gente olha para o horizonte e acha quesabe onde ele termina, mas não. Ele é muito maior do que a gente pode calcular. E sempre tem mais e mais e mais para ver.A convite do A.C.Camargo, hospital especializado em oncologia, eu conto a história do César que viu um mar se inaugurar, depois de achar que não veria mais nada. Cê vem?edição: identidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
Eu tinha acabado de almoçar. Tava batendo um solzinho no sofá, então eu peguei um copo americano, enchi de café, peguei um brigadeiro que eu ganhei de uma amiga de bar e sentei na sala. Eu estava com saudade de conversar com vocês, então eu abri uma caixinha de perguntas, larguei o celular e fui ver uma animação. Tempos depois, peguei o celular de novo e comecei a ler o que tinham mandado. Foi quando vi: Nat, como lidar com a sensação de ser a vilã na história de alguém mesmo não sendo? E na hora minha memória viajou mais de 5 mil quilômetros para um lugar que eu estive meses atrás E onde eu vivi uma história que se parece muito com a resposta que eu queria dar para essa pergunta e que no fim fala sobre a tentativa de controlar a opinião dos outros sobre a gente. É por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, você vem? Disponível em todos tocadores de podcastPUBLICIDADE: EBACCUPOM: DESCONTONAT (para R$ 200 de desconto)Link para contratar seu curso: Cursos online de Marketing com um certificado - EBAC Onlineidentidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasMusica: The Eastern Plain - In Full Bloom
Imagina que você foi convidado para ir para uma festa. E aí, olhando para aquele evento na sua agenda, você relembra o que te espera. Dj, comida boa, docinhos gostosos, gente legal, horas de pista de dança. É também nessa hora que você se dá conta de que precisa de uma roupa para entrar nessa festa, porque as que você tem não servem. Então você vai para uma loja, que você acredita que é a loja que vende roupas de festa, mas ao olhar os cabides, você tem uma certeza: nada daquilo tem a ver com você.Depois de pensar em desistir, acaba comprando qualquer coisa e vai à festa. Chega o horário do parabéns. Você, incomodada com a roupa, se esconde atrás da multidão. Mas as pessoas te puxam pelo braço, dizendo: “tome o seu lugar”. Então é nesse momento - e só nesse, que você se dá conta de que aquela festa foi o tempo todo sua. E a única coisa que você consegue se perguntar é: porque eu acreditei que eu precisava parecer outra pessoa para aproveitar a minha festa?É por aí que vai o episódio dessa semana, você vem?identidade visual: @amandafogacatexto: @natyops-PUBLICIDADE: KOPENHAGENCUPOM: PARADARNOME10Presenteie seus amores: https://www.goldenpill.com.br/ad/insta-kopenhagen-paradarnomeascoisas #Kopenhagen #Pascoa #QuandoTemMarca #As5FormasDoAfetoMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisas
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Oi, meu nome é Natália Sousa, sou jornalista, roteirista, escritora e comunicadora. Viciada em autoconhecimento, conversas profundas e mergulhos internos (mesmo quando desconfortáveis), criei o Para dar Nome às Coisas para ser uma mesa de bar na web. Aqui compartilho histórias que eu vivi e que eu só contaria numa mesa de boteco, no sofá de casa ou num divã de psicanalista - de um jeito honestão e em primeira pessoa. A cada play você vou te guiar por uma viagem sobre medo, fracasso, coragem, recomeço, dor e tudo o mais que atravessa uma vida viva.
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