
O Evangelho deste domingo é passado sob o sol do meio-dia e retrata Nosso Senhor cansado de viagem, sentado à beira de um poço e pedindo água a uma mulher samaritana: “Dá-me de beber”. Mas como pode ser que sinta sede e se canse o próprio Deus, fonte de água viva e alívio dos que sofrem? O que teria a pedir ao homem Aquele a quem, em absoluto, nada pode faltar? Se somos nós que temos de recorrer incessantemente ao Senhor, através da oração, por que as coisas parecem inverter-se nessa passagem bíblica? É o que explica o Padre Paulo Ricardo em mais esta meditação para o tempo da Quaresma.
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Uma Páscoa singular (Homilia Dominical.500: Domingo de Páscoa na Ressurreição do Senhor)

Sejamos os ramos do Senhor! (Homilia Dominical.499: Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor)

Por que Deus permite os flagelos? (Homilia Dominical.497: 4.º Domingo da Quaresma)

O Tabor é uma preparação para o Calvário (Homilia Dominical.495: 2.º Domingo da Quaresma)
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