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Alô, alô! O desenvolvimento e popularização das canetas emagrecedoras como Ozempic e Mounjaro balançaram as redes sociais, mídias e tantos outros espaços públicos. Facilmente a gente encontra pessoas perguntando: Quanto custa? Precisa de receita? Faz mal? Qual é o preço popular? Tem genérico? E tantos outros termos. Aqui no Brasil, a importação das canetas emagrecedoras aumentou 88% em 2025, superando até mesmo o mercado de celulares! Isso sem contar o crescimento de um mercado ilegal, com casos de contrabando e falsificação desse tipo de medicamento. Mas será que tem tantas pessoas que precisam de canetas emagrecedoras assim? E para além de pensar se “tal uso faz bem” ou se “tal uso faz mal”, será que não é preciso pensar no que leva as pessoas a essa busca excessiva pelos padrões de magreza? Quais são as consequências desse uso? O quanto as pessoas estão dispostas a sofrer para entrarem nesse padrão? Para essa conversa, Caramelo, Marx e Jefferson chamaram a Prof.ª Fernanda Scagliusi e o Prof. Bruno Gualano que, juntos, respondem: Afinal, pra que ficar magro? E mais importante: quem tem o direito de ficar e permanecer magro? Assuntos abordados: 00:00 – Apresentação dos convidados03:30 – O que são as canetas emagrecedoras?11:24 – Quem usa canetas emagrecedoras?22:15 – Economia Moral: estigma de pessoas gordas.28:43 – Sem tempo pra emagrecer.39:22 – Medo de engordar.48:34 – Mundo Fitness: industria trilionária. Referências e links:Centro de Medicina e Estilo de Vida ARTIGOS JORNALÍSTICOS: https://jornal.usp.br/ciencias/estetica-cultura-e-classe-o-que-esta-por-tras-do-uso-de-canetas-emagrecedoras-sem-indicacao/ https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/ozempics-acabarao-com-a-fome-do-mundo.shtml https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bruno-gualano/2026/01/vem-a-caneta-vai-se-o-peso-vai-se-a-caneta-vem-o-peso.shtml https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/01/21/anvisa-proibe-canetas-emagrecedoras-do-paraguai-de-tirzepatida-e-retatrutida-vendidas-sem-registro.ghtml ARTIGOS CIENTÍFICOS: Scagliusi, F. B., Gualano, B., Andreassen, P., SturtzSreetharan, C., Jensen, S. D., & Brewis, A. (2025). The Uncharted Territory of the New Obesity Drugs in Users Without Obesity: A Sociomedical Perspective. Obesity. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.70069 Scagliusi, F. B., Ulian, M. D., de Oliveira, L. C., Torres, T. H., Unsain, R. A. F., SturtzSreetharan, C., … & Brewis, A. (2025). What is the felt experience of weight stigma in Latin America and the Caribbean? A systematic narrative review. The Lancet Regional Health–Americas. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2667193X25003643 Jensen, S. D., Gualano, B., Andreassen, P., Scagliusi, F. B., SturtzSreetharan, C., & Brewis, A. (2025). Beyond the prescription: Global observations on the social implications of GLP-1 receptor agonists for weight loss. PLOS Global Public Health, 5(12), e0005516. <a href="https://journals.plos.org/globalpublichealth/article?id=10.13
Alô, alô! De onde vem a violência humana? Como indivíduos e como espécies, estamos muito longe de ser anjinhos. Guerras, homicídios, estupros e atrocidades várias não são perversões recentes de uma natureza humana essencialmente gentil: pelo contrário, os tentáculos de trevas de tais fenômenos se estendem pela história e pela Pré-História, nos lugares mais distantes no espaço e no tempo que conseguimos observar. O único jeito honesto de enxergar o que somos e o que podemos ser é não desviar o olhar e lidar com esse legado de uma vez por todas. O primeiro passo para tentar modificar um cenário ruim, afinal de contas, é entendê-lo. O que é violência? Quando surgiram as guerras? Será que outros seres vivos fazem guerras? Como isso se diferencia entre os gêneros? Existe um fator genético para explicar a violência humana? Como evitar a violência? Nesse episódio Marx, Caramelo e Jefferson convidam o jornalista Reinaldo José Lopes para respondermos essas e outra perguntas sobre as origens da violência humana (por uma investigação evolutiva) e como evitá-la. Ouça e se surpreenda! Assuntos abordados: 00:00 – Apresentação do Reinaldo José Lopes04:24 – Como definir violência?10:49 – Perspectiva evolutiva da violência, não determinismo genético!15:26 – O “gene guerreiro” existe?19:53 – Como pesquisar essa história evolutiva?24:33 – Violência em primatas (chimpanzés e bonobos).31:42 – Violência entre povos.35:31 – Domesticação levou ao aumento da violência?43:13 – Gênero, masculinidade e testosterona. Tem a ver com a violência?50:42 – Infanticídio: machos matando filhotes de outros machos.53:25 – Guerras atuais, in-group e out-group.58:22 – Tecnologia, IA e desumanização.01:10:15 – Como evitar a violência?01:16:42 – Disco de Ouro: dicas culturais. Referências e links Livro: “Homo Ferox: As origens da violência humana e o que fazer para derrotá-la” (Reinaldo José Lopes)Apoie o novo livro do Reinaldo com a Mila Massuda “A Teia da Vida” 💽 Disco de Ouro Reinaldo: Livro: “A mão esquerda da escuridão” e “Os despossuídos” (Ursula K. Le Guin) Marx: Série: live-action “One Piece“Jefferson: Podcast: Lateral with Tom Scott | Série “Jury Duty“Caramelo: Aplicativo Árvore Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | <a href="https:
Alô, alô! Escrever para a ciência dói! No Brasil, centenas de estudantes e docentes apresentam algum mal-estar psicológico, como ansiedade, bloqueio ou até dor (física mesmo) durante o momento da escrita de seus textos acadêmicos. Mas por que isso acontece? Por que escrever, algo que é tão central nas ciências, pode se tornar um processo tão difïcil para muitos? O que está envolvido nesse mal-estar da escrita científica? E será que tem como resolver esse problema? E mais: será que uso IA generativa seria uma saída? Talvez devamos nos inspirar em grandes escritores, romancistas e filósofos como Foucault, Skinner, Freud, Lévi-strauss e vários outros que em algum momento de suas obras dizem algo como: “Eu não escrevo pra falar o que eu sei, eu escrevo pra descobrir o que eu tenho a dizer“. Nesse episódio, Camila Beraldo convida Robson Cruz, psicólogo e doutor em psicologia social e professor do Departamento de Psicologia da PUC Minas. Robson pesquisa as dificuldades e dilemas da vida acadêmica, em especial, a escrita. Ele nos mostra como a escrita é muito mais que um produto, mas um processo. Dê o play e descubra! Assuntos abordados: 00:00 – A importância da escrita para a ciência.05:00 – Escrita como um processo ou produto?10:18 – Pré-escrita é importante!14:20 – Por que “escrever é sofrer”?20:30 – Traumas e dificuldades na escrita.27:00 – A nossa escrita pode piorar (e melhorar muito)! 35:24 – Escrita é um bem distribuído desigualmente: o transfuga de classe. 39:10 – Dicas de como melhorar a escrita! Truques e técnicas.48:16 – Escrever no papel melhora a escrita?51:58 – Os perigos das ferramentas de IA na escrita. Referências e links Livro: “Mal Estar na Escrita Científica” (Robson Cruz)Curso: Bloqueio na escrita científica (Robson Cruz) 💽 Disco de Ouro Livro: O Artífice (Richard Sennett) Livro: Bloqueio da Escrita (Robson Cruz)Livro: Zen e Arte da Escrita Acadêmica (Robson Cruz) Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky 🎧 Ouça também:Alô, Ciência? | #093 Leitura e escrita na PrisãoAlô, Ciência? | #022 Big data e as bolhas da informação Pesquisa e Roteiro: Camila Beraldo (@ca.raldo)Edição: Antônio SaidArte da Vitrine: <a href="http://lucasandradearte.com.
Alô, alô! Como as mudanças climáticas vão alterar (e estão alterando) a Evolução das espécies? A Evolução é um processo em curso, mas demorado. Será que a taxa de mudanças de uma geração para a outra é tão rápida quanto as mudanças do clima que estamos causando? Algumas espécies de animais e plantas já estão respondendo a essas alterações. Nesse episódio mostraremos como libélulas, leões, crustáceos, plantas, bactérias e fungos estão reagindo ao aumento de temperatura média da atmosfera. Algum estão aguentando, porém até quando? Outros, estão se beneficiando. Porém, estes podem afetar a saúde da humanidade. Por isso, também vamos abordar as consequências sociais da crise climática. Nesse último episódio da temporada “Nós na Evolução”, o time se juntou! Amanda Guedes, Camila Beraldo, Mariana Inglez e Lucas Andrade se unem em um estilo entre o narrativo e o conversado. Ao longo da série estudamos muitos assuntos que, quando juntos em uma mesa de conversa, viram complexos e trazer respostas mais consistentes. Ouça agora esse episódio para entender como será nosso futuro e como podemos reagir às mudanças climáticas globais. Assuntos abordados: 00:00 – Série Fallout seria possível?04:01 – Conversa: vai dar tempo de evoluir?06:29 – Pensando no futuro da Evolução10:40 – Libélulas e leões15:33 – Planctons pressionados pelo calor21:50 – Microorganismos nesse cenário25:26 – Escaladores da extinção: migração de plantas31:41 – Consequências sociais34:09 – Ansiedade Climática e parte da solução36:09 – É tempo de Retomada!40:45 – Medidas práticas45:25 – Mensagem final da temporada Referências e links As mudanças climáticas já estão forçando os lagartos, insetos e outras espécies a evoluir – e a maioria não consegue acompanhar (The Conversation) Mudança Climática: do aquecimento da Terra ao colápso ecológico (Jornal Nexo) Evolução Assistida: pesquisadores aceleram evolução de espécies de corais para preservá-las (Revista Exame) (Artigo científico aqui) Site com dados sobre desmatamento e uso do solo no Brasil (Map Biomas) Libélulas escuras estão se tornando mais pálidas absorver menos calor da radiação solar (PNAS) Pés de mostarda estão florescendo mais cedo, aproveitando a água do derretimento do gelo (The Royal Society Publishing) Lagartos estão tornando-se mais tolerantes ao frio, lidar com as temperaturas extremas (The Royal Society Publishing) Uma pesquisa que estudou 19 espécies e aves e mamíferos, como corujas e veados, avaliando se eles evoluem em velocidade suficiente (Nature Communications) Um estudo feito com copepodes (parte do zooplancton) avaliou a capacidade deles gerarem mutações que aumentam sua tolerância à temperatura. (<a href="https://royalsocietypublishing.or
Alô, alô! Como a agricultura evoluiu nas Américas? Produção de alimentos em massa, mecanização do campo e possibilidade de vida na cidade: quando falamos sobre a criação da agricultura, são esses os termos citados. Já reparou? Essa visão faz sentido para certas comunidades humanas, como aquelas que surgiram próximas ao Oriente Médio, mas nas Américas, a história é diferente. Muito diferente! Nesse episódio, Mari Inglez nos convida a pensar na Evolução como um fenômeno que tem vários caminhos. A evolução das plantas alimentares nas Américas é um processo que a Arqueobotânica investiga e que têm trazido novidades recentes e quentíssimas sobre a tecnologia envolvida nas roças da Amazônia. Esse sistema é tão sofisticado que usa muito mais que maquinários, mas também envolve cultura de troca de mudas e sementes, rotatividade em roças, testes de cruzamento entre plantas, orgulho, estética… Até insetos e aves têm uma função nesse sistema. E o produto disso tudo é uma maior biodiversidade, uma cultura rica e maior soberania alimentar. Ouça este episódio da série Nós na Evolução, onde estamos investigando como nós, seres humanos, interferimos na Evolução, mesmo sem querer. Entrevistadas: Laura Pereira Furquim (@laura.furquim)Manuela Carneiro da Cunha Agradecimento especial à família Serrin, e principalmente aos irmãos Takaiama Serrin e Paulo Serrin que me receberam em Ilha de Terra e me ensinaram sobre suas roças, contribuindo com minha pesquisa de doutorado e com áudios utilizados nesse episódio! Assuntos abordados: 00:00 – Mani: a origem da mandioca indígena03:29 – Arqueobotânica e Revolução Neolítica06:09 – Revolução Verde: Mecanização no campo11:00 – Terra Preta de Índio: Uma grande evidência21:26 – Povos indígenas que modificam paisagens24:27 – Uma roça na Amazônia29:25 – Orgulho da roça diversa: um fator evolutivo?33:47 – Cruzamento, flores, pássaros e insetos têm papel na roça36:00 – Aldeamento da ciência40:05 – Síndrome da Domesticação nas plantas41:49 – Evolução da agricultura nas Américas Referências e links: Vídeo: Entrevista com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha (Canal Revista FAPESP) Vídeo: Milho e festa junina são indígenas (Canal Imbau) Tese de doutorado da Mari Inglez, sobre transição alimentar de populações ribeirinhas (Teses USP) Tese de mestrado da Laura Furquim, sobre Arqueobotânica na Amazônia (Teses USP) Origens da Terra Preta (artigo científico de Eduardo Neves) Evidências da domesticação de arroz nas Américas (Nature Ecology & Evolution) Evidências arqueológicas diretas da Amazônia Sudoeste como um centro de domesticação de plantas e produção de alimentos (Jennifer Watling e Myrtle Shock et al., na Revista PLoS One) Evidências confirmam origem antrópica das Terras Pretas da Amazônia (Revista Nature Communications) 💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):Pix: contato@alociencia.com.br <div class="wp-blo
Alô, alô! Quais perigos de se tomar um antibiótico? O que são as superbactérias? Quais os perigos desses microrganismos nos hospitais? Nesse episódio narrativo, Camila Beraldo, conta quando sentiu uma dor abdominal que, a princípio parecia inofensiva, mas a levou a ser internada urgentemente. Ao longo do episódio, Camila entrevista especialistas que mostram que podemos estar próximos de viver em uma época tomada por bactérias super resistentes. Isso é uma preocupação não só a nível de saúde pública, mas de saneamento básico, agricultura, pecuária e desigualdade social. Entrevistados: Renata Picão e Nilton Linconpan. Assuntos abordados:00:00 – Uma pequena dor06:40 – Tratamento com antibióticos09:50 – O que são superbactérias?16:20 – Dentro de casa: precisamos exterminar todas bactérias?18:50 – Por que a industria farmacêutica não produz mais antibióticos?21:24 – A descoberta de Nilton28:15 – A situação piorou37:41 – O problema é sistêmico38:50 – Como seria um futuro com superbactérias?43:30 – Armas que a ciência pode ter contra superbactérias47:27 – O que nos faz continuar? Referências e links: 75% dos antibióticos vendidos no mundo são usados em animais; excesso traz riscos à saúde humana (O Globo Saúde) O “alarmante” uso de antibióticos humanos na agricultura (UniSinos) A próxima pandemia já começou: covid-19 acelera a aparição de superbactérias (El Pais) 💰 Apoie o Alô (e participe de sorteios de livros exclusivos!):Pix: contato@alociencia.com.br Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky 🎧 Ouça também:Alô, Ciência? | Nós na Evolução | 1. A Era dos HumanosAlô, Ciência? | #088 Superbactérias na produção de carne Pesquisa e Roteiro: Camila Beraldo (@ca.raldo)Edição e Arte da Vitrine: Lucas AndradeApoio: Sociedade Europeia de Biologia Evolutiva (ESEB)
Alô, alô! Os problemas das cidades têm a ver com evolução? A Ecologia Urbana, um ciência nova, surge para investigar as redes ecológicas que acontecem dentro da cidade. Um rato, uma pomba, um trevo de quatro folhas, por mais banais (e nojentos) que pareçam, fazem parte de redes que ainda estamos tentando entender. E muito além disso, suas dinâmicas e resistência às pressões da cidade formam processos evolutivos. Nesse episódio, Lucas Andrade conta a história de Lucas Nascimento, vulgo Taio Science, um ecólogo que sempre se perguntou como as pautas raciais se unem às ambientais. A vida de Taio, como uma pessoa negra vindo de periferia, aliada a reflexões acadêmicas permitiu que ele compreendesse a Ecologia Urbana com a complexidade social. Entendendo que na cidade, o que dita a distribuição das espécies passam por decisões sociais, políticas e raciais. Ouça essa história para entender as diferentes camadas e dramas que se passam pela mente de Taio e também entender como essa área de estudo tem a capacidade de mudar o mundo. Assuntos abordados:00:00 – Defesa do Dr. Taio15:50 – Ecologia da cidade (os ratos da cidade)16:38 – Plantas da cidade.20:11 – Seleção Natural na cidade28:56 – Exemplos de evolução na cidade33:05 – Questões sociais da cidade torna a evolução mais complexa. A dupla fratura de Malcom Ferdinand.38:37 – Influência do racismo estrutural .40:24 – Efeito do Luxo (Christopher Schell)43:00 – O Projeto do Sabiá-Laranjeira52:29 – Taio finalizando a defesa Referências e links: Link para o artigo do Lucas “Taio” Nascimento – Quentinho! Saiu dia 11 de junho (2025)! “Urbanization Filters Megacolorful, Small-Bodied, and Diet-Specialist Species in Tropical Bird Assemblages“ Tese de doutorado do Lucas “Taio” Nascimento – “A Beleza na natureza: como a evolução, as interações ecológicas e a urbanização moldam o colorido das aves” (2024) Livro: “Uma Ecologia Decolonial” (Malcom Ferdinand, link para compra | link para PDF) Artigo: ironicamente, cidades oferecem condições positivas para algumas espécies (Bisikirskiene, 2024) Artigo: Consequências ecológicas e evolutivas do racismo sistêmico em ambientes urbanos “The ecological and evolutionary consequences of systemic racism in urban environments” (Christopher Schell, 2020) A mariposa cinza e o melanismo industrial (Cook & Saccheri, 2013) Pesquisa: Compararam como duas espécies de aves generalistas lidam com o ambiente urbano em cidade pequena (na Lituânia). (Birsikirskiene, 2024) Vídeo: Palestra de Anne Charmantier com vários exemplos de evolução na cidade. “From wild to streets, evolution never sleeps” Artigo: Dinâmica eco-social-evolutiva das cidades (Simone Des Roches, 2020) Música “Quem Nasceu pra Malandragem Pode Ser Doutor” (Taio Science) Extra: Pesquisa: Primeiro a encontrar evidência de processo evolutivo em aves de Chernobyl causado pela radiação ionizante em animais selv
Alô, alô! Por que nossa espécie domesticou os cães? Nesse episódio narrativo, Lucas Andrade se pergunta por que adotou a Moana, uma vira-lata que destruia sua casa a cada vez que ele dava uma saidinha para comprar pão. Essa parceria entre cachorro e humano surgiu há pelo menos 14 mil anos, quando os proto-cães (ancestrais dos cães) resolveram rondar nossos acampamentos humanos em busca de restos de comida. Assim, aos poucos se formou uma parceria que cruzou diferentes fases da história humana e que modificou os processos evolutivos dessas duas espécies. Necessários para a caça, segurança, pastoreio, transporte e até alimentação (sim, já comíamos carne de cachorro!), os doguinhos se diversificaram em mais de 400 raças espalhadas pelo mundo. Tendo novas funções como corrida, adestramento, cães de guarda, cães para concurso de beleza e até cães para girar carne em restaurantes chiques. Mas será que ainda hoje, com toda tecnologia e complexidade social que alcançamos, ainda precisamos desses animais problemáticos? Nesse episódio, Lucas conta sua comovente história para entender a função desses companheiros de quatro patas. E essa narrativa nos faz refletir não só sobre a evolução humana, mas também sobre nosso sistema econômico e nossa psicologia social. Convidado especial: Dr. Rui Sérgio Murrieta Assuntos abordados:00:00 – Adoção da Moana (Por que fiz isso?!)03:30 – Pra que serviam os cães para o humano ancestral? Coevolução.05:40 – Aliança entre humanos e protocães: a extinção dos Neandertais.09:39 – Turnspit dogs: os cachorros de cozinha.18:26 – Experimento de domesticação de raposas (Dmitry Belyayev).23:45 – Impacto ecológico dos pets.25:59 – Impacto emocional.31:55 – Laços sociais: a utilidade do cão hoje.38:45 – “Neurose coletiva”, solidão e indústria de produtos para pets.40:50 – O cão precisa ser útil?43:45 – Epílogo: os vasos. Referências, links e recomendações: Um estudo com camundongos que corrobora a Síndrome da Domesticação. (The Royal Society Publishing) Livro: “Canis lupus familiaris: uma abordagem evolutiva e veterinária” (Ricardo Augusto Dias, link para PDF). Podcast: Turnspit Dogs: The Rise And Fall Of The Vernepator Cur (NPR) Mais sobre o Turnspit dog, o cachorro de cozinha (NCPR) Vídeo: Primeira raposa domesticada (Verge Science) Darwin e a Síndrome da Domesticação (Darwinianas) “Estudo mostra como cães se tornaram pets” (Revista Veja) Livro: “The invaders” Como seres humanos e seus cães levaram os Neanderthais à exintinção (em inglês) (Shipman P, 2015.) Livro: “Variação dos Animais e plantas sob domesticação” (Charles Darwin) Editorial: How Animals Affect Us: Examining the Influence of Human-Animal Interactions on Human Health (Revista Frontiers in Veterinary Science) Dados sobre o crescimento do mercado de pets (<a href="https://sebrae.com.br/sites/Port
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