
Nos anos 80 e 90, Ana Deus tornou-se conhecida como a voz feminina dos Ban, uma banda pop que marcou uma geração. “Eu era a punk numa banda de betos.” Depois, com a escritora Regina Guimarães, criou outra banda icónica, os “Três Tristes Tigres”. Uma formação que regressou com renovada garra com o álbum “Arca”. Um disco lúcido, com letras afiadas, que são a anatomia de um tempo, distinguido pelo Expresso como um dos melhores de 2025. Atualmente está a ensaiar com músicos reclusos na prisão de Custóias e está convicta que, de alguma forma, a música liberta. “A minha preocupação na música tem sido com o mais pequeno, o quase invisível, o que está na margem da atenção.” Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”

Eduardo Madeira (parte 2): “Já trabalhei com pessoas absolutamente execráveis, mas como artistas são brilhantes. Prefiro trabalhar com pessoas boas”

Eduardo Madeira (parte 1): “No humor gosto mais de apontar a mira aos poderosos, aos sobranceiros, aos arrogantes, aos chicos-espertos, aos donos disto tudo”

Grada Kilomba (parte 2): “Interessa-me o chão comum. Na arte quero criar um senso de humanidade, revelando e desmantelando a violência”
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